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O que é a Inspiração Bíblica?

Maurino dos Reis Pereira por Maurino dos Reis Pereira
14 de setembro de 2025
em Catequese
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O que é a Inspiração Bíblica?
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Com o objetivo de proporcionar uma concreta colaboração a quem deseja aprender um pouco mais sobre a Bíblia Sagrada, estaremos publicando nas próximas semanas uma série de quatro artigos sobre algumas importantes questões que servem de base para um estudo seguro e aprofundado deste tema. Os artigos serão os seguintes: 1- O que é a inspiração bíblica?; 2- Gêneros literários na Sagrada Escritura; 3- A formação do Cânon Bíblico; 4- A interpretação do texto bíblico.

Cada artigo foi elaborado de modo resumido, a fim de introduzir o leitor nos principais pontos introdutórios do estudo bíblico, mas sem a pretensão de ser exaustivo. A finalidade é justamente contextualizar, esclarecer e apontar caminhos para ulteriores descobertas que façam a leitura do texto sagrado ser realizada com maior proveito espiritual. Que Nossa Senhora D’Ajuda interceda junto a Deus por todos aqueles que, como o salmista, reza confiante: “Lâmpada para os meus passos é a tua palavra, e luz para os meus caminhos.” Salmos 119, 105.

O que é a Inspiração Bíblica?

“Toda a Escritura divinamente inspirada é útil para ensinar, para repreender, para corrigir, para formar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, apto para toda a obra boa.” II Timóteo III, 16-17

Um bom e verdadeiro católico aprende desde muito cedo que a Bíblia foi escrita por inspiração de Deus, e assim crê por toda a vida. Mas, e quanto ao real significado dessa doutrina? O que significa inspiração? Neste artigo serão analisados o conceito, o modo e as consequências doutrinárias que se seguem do ensinamento católico no que diz respeito à inspiração bíblica.

  O verbo “inspirar” vem do latim “inspirare” e seu sentido etimológico é o de respirar para dentro, ou ainda, um sopro para o interior. Na língua portuguesa, o termo inspiração possui entre outras significações, a de receber estímulos e influências espontâneas provenientes de algo ou alguém. Os compositores em seus momentos de “inspiração” compõem belíssimas peças musicais; numa tarde “inspirada”, um jogador de futebol realiza jogadas admiráveis, e assim por diante. E com relação à Bíblia? Por que dizemos que ela foi inspirada pelo Espírito Santo?

No contexto bíblico, quando afirmamos que o texto sagrado foi escrito por inspiração divina, estamos dizendo que o Espírito Santo iluminou a mente do autor humano (hagiógrafo) para que ele pudesse, embora fazendo uso de suas próprias referências culturais e religiosas, transmitir integralmente e com fidelidade aquilo que Deus desejava comunicar. Para além de iluminar a inteligência, o Espírito Santo também move a vontade, de modo a fortalecer todas as potências executivas do autor. Nesta ordem de ideias, a inspiração da Escritura aconteceu quando Deus iluminou a inteligência e moveu a vontade do autor sagrado, a fim de que este, inspirado e livremente, pudesse compor o texto bíblico. Disso advém que a Bíblia, na totalidade de seus livros e em cada uma de suas partes, foi preservada de todo e qualquer erro, como ensina o Papa Leão XIII, segundo o qual em virtude da inspiração divina “de sua natureza não só exclui todo erro, mas exclui-o e repele-o com a mesma necessidade com que Deus, suma verdade, não pode ser autor de nenhum erro. ESTA É A FÉ ANTIGA E CONSTANTE DA IGREJA” (Acta 13, p. 357s; Ench. Bibl. n.109s.).

 No entanto, quando se fala em inspiração bíblica não é correto imaginar um procedimento semelhante a um ditado, em que Deus teria soprado literalmente palavra por palavra a ser escrita, deixando ao autor humano meramente a função de um copista; na verdade, durante a composição do texto bíblico o hagiógrafo não atuava com passividade. É por este motivo que Jeremias começa o seu livro dizendo: “PALAVRAS DE JEREMIAS, filho de Helcias” (Jeremias 1, 1). De fato, embora inspirado por Deus, era Jeremias quem articulava os raciocínios e escrevia, portanto, aquelas palavras podem legitimamente ser consideradas dele. Um copista não toma parte na responsabilidade do texto, pois apenas desenha as letras e nem sequer tem necessidade de compreendê-las; a dinâmica da inspiração bíblica, por sua vez, não dispensa a compreensão por parte do escritor e, por isso, também não pode ser entendida como o recebimento de um conteúdo mediante uma revelação extraordinária e particular, tal como acontece numa teofania ou nalgum outro evento miraculoso.

São inúmeras as revelações extraordinárias que Deus faz aos profetas e outros personagens na Sagrada Escritura, mas o texto da Escritura em si não foi recebido pelo autor em alguma dessas experiências. Quando, por exemplo, o Senhor se revela no monte Horeb, há ali uma manifestação de natureza mística, onde Deus se dirige a Moisés de modo direto: “Deus disse a Moisés: Eu sou o que sou. E acrescentou: Assim dirás aos filhos de Israel: Aquele que é, enviou-me a vós.” Êxodo 3, 14. Neste caso, o acontecimento em si trata-se de uma revelação extraordinária, mas a forma como esse acontecimento é narrado na Escritura trata-se de um relato elaborado pelo autor. Ou seja, o modo como se recebe uma palavra por meio de uma revelação mística difere-se do modo como acontece a dinâmica da inspiração bíblica; numa revelação mística, as palavras vêm milagrosamente prontas para o seu destinatário, enquanto na escrita bíblica o autor é inspirado enquanto narra com suas próprias palavras algum acontecimento da história ou trata sobre alguma realidade ordinária da vida. Sendo assim, pode-se dizer que a Bíblia é um livro divino e ao mesmo tempo humano, divino na medida em que transmite fielmente o pensamento de Deus, e humano conforme assim o faz mediante a linguagem humana, processo que assemelha-se ao mistério da Encarnação, onde o próprio Deus se revestiu da natureza do homem. Com efeito, nos diz o Evangelho: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (S. João 1,14).

Para ilustrar de modo ainda mais claro essa questão, vale analisar um interessante trecho escrito por São Paulo. Diz ele: “Quanto aqueles que estão unidos em matrimônio, mando, NÃO EU, MAS O SENHOR, que a mulher se não separe do marido; e, se ela se separar, fique sem casar ou reconcilie-se com seu marido. E o marido igualmente não repudie sua mulher.” I Coríntios 7, 10-11. Logo em seguida, continua o apóstolo: “Aos outros, SOU EU QUE LHES DIGO, NÃO O SENHOR: se algum irmão tem uma mulher não cristã, e esta consente em habitar com ele, não a repudie; se uma mulher tem um marido não cristão, e este consente em habitar com ela, não deixa esta o seu marido.” I Coríntios 7, 12-13. Ora, ao fazer essa distinção entre o que o Senhor diz e o que ele (autor) diz, fica perfeitamente nítido que o autor sagrado possui autonomia na escrita, tem consciência plena do que escreve, não estar a repetir literalmente palavras que possa ter recebido através de uma revelação particular, e nem se encontra sob os efeitos de uma espécie de transe. Obviamente, é preciso compreender que ambos os ensinamentos dessa passagem são inspirados e, portanto, verdadeiros; mas é muito digno de nota que o modo como a passagem é escrita e as expressões que nela são utilizadas põem em evidência o desatino daqueles que procuram encontrar na inspiração bíblica uma espiritualidade cabalística ou algo equivalente.

Por um viés mais filosófico, pode-se explicar a inspiração bíblica da seguinte forma: na Sagrada Escritura, Deus é a causa eficiente principal e o hagiógrafo é a causa eficiente instrumental. Exemplificando: a Bíblia procede de Deus assim como uma casa procede do arquiteto que a planejou; e a Bíblia procede do hagiógrafo assim como uma casa procede do pedreiro que a executou. Deus e o hagiógrafo, ambos são autores da Sagrada Escritura, sendo Deus o autor principal. Nesse sentido, uma obra é comum à sua causa principal e à sua causa instrumental, mas sob aspectos diferentes. A Escritura Sagrada é inteiramente e plenamente efeito de sua causa principal (Deus); e é também inteiramente, mas não plenamente, efeito de sua causa instrumental (autor humano). É possível reconhecer pelos detalhes dos livros bíblicos o estilo próprio de cada autor humano, pois todos e cada um deles deixaram suas marcas na execução da escrita (uns mais eruditos, como Isaías; outros menos eruditos, como Amós; uns mais detalhistas e outros menos, dentre tantas particularidades); no entanto, o todo extraordinariamente coerente da Escritura revela na verdade o seu autor principal (Deus). Do mesmo modo como os detalhes do acabamento de uma casa deixa revelar o pedreiro que a construiu, enquanto o todo do seu conjunto arquitetônico revela o arquiteto que a pensou.  

Uma outra questão precisa ser esclarecida: a finalidade da inspiração bíblica é religiosa. Os livros sagrados não foram escritos para dar ensinamentos sobre as ciências naturais, mas para ensinar o plano de salvação divina, o sentido do mundo, do homem, da vida, da morte etc. É claro que os autores sagrados faziam uso dos conhecimentos “científicos” que dispunham na época, porém tais saberes estão ali nos textos como veículos que tinham o objetivo de transmitir uma mensagem compreensível para o povo daquele tempo, isto é, aqueles ensinamentos “científicos” presentes na Escritura não eram ali ensinados, mas pedagogicamente pressupostos.

Compreende-se tal mecanismo quando se entende que a inspiração bíblica não elimina as dinâmicas, as limitações e as fragilidades próprias da linguagem humana. A despeito disso, cumpre fazer uma outra importante observação: para a maior parte dos estudiosos, toda e cada palavra da Escritura também é inspirada (como explicado anteriormente, inspirada, não ditada). Efetivamente, não existem palavras ociosas na Bíblia. Depõe muito a favor dessa afirmação o fato dos próprios autores sagrados fazerem questão de realçar determinados vocábulos do texto bíblico com o fim de esclarecer certas perspectivas teológicas, como no seguinte caso: “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. A Escritura não diz:  aos seus descendentes — como se se tratasse de muitos — mas diz como de um só: à tua descendência, a qual é Cristo.” Gálatas 3, 16. Entretanto é importante lembrar que somente as palavras das línguas originais (hebraico, aramaico e grego) foram assim iluminadas. As traduções bíblicas, obviamente, não gozam da inspiração divina.

Por fim, cabe ressaltar aqui a importância de que ao se aproximar da Sagrada Escritura, cada pessoa o faça com a clara consciência de estar diante de um livro verdadeiramente inspirado por Deus. É essa convicção que irá inflamar a alma e robustecer a meditação dos elevadíssimos mistérios, desígnios e maravilhas que ali se encerram. De outro modo, a Bíblia se tornaria para o leitor meramente um objeto de curiosidade histórica e não uma obra do Espírito Santo, onde se recorre como a um tesouro de opulentíssima doutrina celeste para ouvir a própria voz do Senhor e conhecer a sua presença concreta na história.

Bibliografia consultada:

  1. Bíblia Sagrada, traduzida da Vulgata e anotada pelo Pe. Matos Soares, 6a. edição, TIP. Sociedade de Papelaria, LDA. Todas es citações da Sagrada Escritura contidas no texto foram feitas com base nesta edição.
  2. Sessão IV do Concílio de Trento (Sobre as Escrituras, 8 de abril de 1546).
  3. Capítulo II da Constituição Dogmática “Dei Filius”, 24 de abril de 1870 (Concílio Vaticano I).
  4. Carta Encíclica “Providentissimus Deus”, do Papa Leão XIII (18 de novembro de 1893).
  5. Carta Apostólica “Quoniam in re”, do Papa Pio X (27 de março de 1906).
  6. Carta Encíclica “Spiritus Paraclitus”, do Papa Bento XV (15 de setembro de 1920).
  7. Motu Próprio “Bibliorum Scientiam”, do Papa Pio XI (27 de abril de 1924).
  8. Carta Encíclica “Divino Afflante Spiritu”, do Papa Pio XII (30 de setembro de 1943).
  9. Capítulo III da Constituição Dogmática “Dei Verbum”, 18 de novembro de 1965 (Concílio Vaticano II).
  10. Discurso do Papa Paulo VI aos membros da Pontifícia Comissão Bíblica (14 de março de 1974).
  11. Discurso do Papa João Paulo II aos membros da Pontifícia Comissão Bíblica (26 de abril de 1979).
  12. Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 101-141 (11 de outubro de 1992).
  13. Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Verbum Domini”, do Papa Bento XVI (30 de setembro de 2010).
  14. Pe. Antônio Charbel S.D.B., Introdução Geral e Especial aos Livros do Antigo e do Novo Testamento, São Paulo, Editora das Américas, 1950
  15. Dom Estêvão Bettencourt OSB; Maria de Lourdes Corrêa Lima, Curso Bíblico Mater Ecclesiae, Rio de Janeiro, Letra Capital Editora, 2011.
Maurino dos Reis Pereira

Nasceu em 20 de dezembro de 1990. Formado em Filosofia no Seminário Maria Mater Ecclesiae do Brasil, também cursou 3 anos de Teologia e atualmente é estudante de Direito na Faculdade Anhanguera de Teixeira de Freitas.

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Maurino dos Reis Pereira

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Nasceu em 20 de dezembro de 1990. Formado em Filosofia no Seminário Maria Mater Ecclesiae do Brasil, também cursou 3 anos de Teologia e atualmente é estudante de Direito na Faculdade Anhanguera de Teixeira de Freitas.

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